quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Branco do cabelo enroladinho...

Olha só,
Moreno do cabelo enroladinho
Vê se olha com carinho pro nosso amor,
Eu sei que é complicado amar tão devagarzinho
E eu também tenho tanto medo,
Eu sei que otempo anda difícil e a vida tropeçando,
Mas se a gente vai juntinho, vai bem.
E eu não sei se você sabe, mas eu ando aqui tentando
E a gente tem o eterno amor de além.
E eu me pergunto o que é que eu sou.
Vai ver eu não sou mesmo nada
E eu me pergunto o que é que eu fiz
Vai ver eu não fiz mesmo nada,
Eu penso tanto em desistir
Mas afinal, não ganhei nada.


Mallu Magalhães - Olha só, Moreno

sábado, 26 de novembro de 2011

O que você sente?

O que você sente?
O que você sente quando escuta aquela música, aquela frase, ou aquele pequeno refrão?
Ou que você sente quando tudo vira de ponta a cabeça?




Ou quando o amor não vem?

Eu preciso dizer o que sinto, não para machucar, cobrar, ou desmantelar algo ou alguém.
Mas porque isso é importante para mim.
Segurei por muito tempo muitas coisas e até me julgo uma pessoa bem paciente, não que a outra não seja.
Mas chegou a hora de falar...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Chuva

Eu estava aqui escutando a Cidade Web Rock, Deja Vu - Pitty.
E tem uma parte da música que diz assim "...Mas eu sinto que eu tô viva, a cada banho de chuva que chega molhando o meu corpo nu..."

E é exatamente isso que estou precisando, me sentir viva! Ativa! Enérgica do jeito que sempre fui.
E hoje foi um dia difícil, assim como ontem foi, assim como foram as segundas, chuvosas ou não, em que eu senti aquele aperto no peito, aquela angústia filha duma puta!!!

Rumos novos, eu preciso pensar, agir, sair do marasmo, e isso é uma coisa só minha, em que só a minha cabeça pode trabalhar...

Vai passar, vai passar...

sábado, 13 de agosto de 2011

O cara que eu amo...

ELe tem um jeito diferente, mas todo mundo diz isso do ser que ama.
Ele tem um jeito incrível de contar piadas ruins, mas que no final a gente da risada por ser tão ruim.
Ele está comigo há dois anos.
Nos aturamos, nos amamos e sinto que temos tudo aquilo que é de melhor e verdadeiro.
Nosso suor, nossso calor, nossa calma e nossa euforia, se misturam no meio do caos em que vivemos e temos que engolir a seco.
Passamos por maus bocados em muitas vezes, mas com aquele olhar de ternura e afeto, conseguimos passar por todas as situações em que envolviam saúde, morte e até poucas brigas banais.
Ele merece tudo o que já escrevi, dediquei, dei e muito mais.
E quando lembro daqueles olhos verdes, daquele jeito e de tudo o que ele falou ontem, meus olhos caem em lágrimas de felicidade por ter uma pessoa tão especial comigo, em todos os momentos.

Ontem, eu recebi uma linda declaração em um momento muito difícil.

Glau, eu te amo.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Um Pouco de Paciência

Ela precisa se acalmar.
Dar tempo ao tempo, até que sua cabeça fiquei em paz para resolver essas questões.
Não adianta fugir, não é a solução.
É muito dinheiro envolvido e pessoas que trabalham de uma forma que você não consegue entender.

Ela é uma pessoa chata, ranzinza, que gosta de trabalhar com tudo certinho.
Se você trabalha com ela, a comunicação e as informações precisam ser passadas corretamente.
Deixa-lá com cara de taxo em algumas questões não é uma coisa boa, deixar com que seja a última a saber de acontecimentos importantes também não.

Ela só espera o tempo certo, para chutar o balde ou respirar fundo mais vez e seguir em frente.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Merda de desabafo

Sabe quando você se sente uma merda?
Eu não tenho tido aquela motivação para fazer as minhas coisas, a minha monografia tá atrasada, e toda vez que eu pego essa merda, eu não consigo desenvolver nada.
Eu vejo as pessoas mais simples se formando e resolvendo tudo, passando, escrevendo pra caralho e eu não consigo sair do lugar, das minhas seis laudas.

Não só na faculdade, mas também na área profissional, trabalhar em casa tem sido ruim, tá faltando concentração, tá faltando silêncio.
Hoje, o meu nível de humor está todo alterado, to numa ansiedade maldita, mas a falta de espaço em casa, a barulhada que ando enfrentando me fazem perder o tesão antes mesmo de pensar em movimentar o dedo e começar a digitar e ler.
Queria ser homem, queria não ter toda essa ansiedade maldida que esses hormônios me provocam.
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
Turbilhões de emoções, de pensamentos!

Tá foda, tá caótico e só eu sei o que essa merda desse conflito tá causando em mim.
Ás vezes estou mt bem, em outras to desse jeito.
É só um desabafo. Só.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Sobre Algumas Coisas: Devaneios...

Existem momentos que ás vezes não saem da minha cabeça, e ultimamente minha mente tem ficado vazia demais e alguns sentimentos chegam com tudo e eu só consigo escrever quando sinto essas faíscas saindo do meu coração.

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Eu lembro de todos os detalhes do natal do ano passado, passar em casa com a família, até então normal, só não fica legal quando seu pai vai comer antes da hora e sai sem dar satisfação e fica você e sua mãe em casa, sem muito papo, sem ter o que fazer ou dizer.Uma amiga muito íntima a chamou para passar um pouco na casa dela, lá estava tendo uma pequena comemoração, minha mãe não queria ir, mas insisti e minha prima também, e ela foi. Não queria deixar minha mãe sozinha, pretendia passar na casa de uma amiga, que há pouco tempo perdeu a mãe, e o pai é um alcoólatra que não ajuda em muita coisa, para poder ficar com ela numa data em que ela com certeza iria lembrar da mãe.
Fiquei um tempo em casa sozinha, meu namorado estava ajudando em casa com algumas coisas do Natal, algumas vezes nos falamos pelo Gtalk, não lembro direito dessa parte. hehehe
Mas me arrumando e chegando na casa da minha amiga nos abraçamos e choramos, eu não estava bem e nem ela, obviamente.
Eu sempre tento ir a casa dela em datas comemorativas em que ela sente mais. 
Eu sou uma amiga ausente, ela também, mas sempre que nos encontramos é como se a gente se falasse todo dia, toda hora.
Sinto imensas saudades dela e de todos os amigos que um dia foram amigos para sempre.
Acho que a nossa amizade é assim: meu ausente, meio presente, a gente se entende do nosso jeito, seja chamando a outra de vadia, seja num papo de 5 horas onde a gente sente que ainda tem muito mais a falar...
Eu amo aquela garota!
=)

E ainda falando de amizade, ou amigos ou "colegas", tenho sentido muita falta de amigos para sair, de amigos que me chamem para um simples programa, ás vezes cansa ser sempre a pessoa que fica procurando os outros. E cansa também sempre sair com seu namorado ou com os amigos do seu namorado, e nunca ter um momento seu, porque vc não tem com quem sair...
O resultado disso é o meu estresse, minha ansiedade e o desespero que é ficar em casa nos finais de semana em que meu namorado está em Teresópolis com a família.
Fico em um desespero e um estresse inacreditável e isso para mim sempre foi essencial, minhas amigas, meu espaço, minhas coisas... 
Amigas que namoram e não saem mais, amigas que viram Rare Krhisna e não bebem, não gostam nem de ir ao um bar e nem nada, amigas que só gostam de ir para boate, lugar que não me apetece de jeito nenhum. Assim fica meio difícil né?!

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Queria falar da minha monografia, que não consigo escrever, estudar ou pensar por falta de vontade, motivação, espaço e sei lá o que.
Até queria terminar esse semestre, mas nessa altura do campeonato acho que isso não será mais possível. Preciso tomar vergonha na cara, preciso agir, mas faltam forças para muitas coisas.
Sai do estágio para tentar terminar essa merda, mas não consegui, fui pensar nisso mt tarde, só em março dai março, abril, maio e junho e eu lenta, lenta e lenta.
Sei que não adianta reclamar, mas esse post é mais um desabafo, isso até agora não foi dito a quase ninguém, digamos assim, só ao meu namorado.
Eu fico pensando ás vezes, puta que pariu se a gente terminar, porque com quem eu vou me segurar? 
Quero dizer eu não fico pensando nisso sempre, só parei para pensar agora, mas...
Acho que vai ser meio tenso, porque no primeiro namoro eu tinha mts amiguinhas que poderiam me ajudar e ficar comigo, hoje nem tanto.
Tá foda, tenho medo da monografia, me sinto uma criança ainda e acho tudo isso grande demais.
Tenho sentido tudo o que disse e um pouco mais, e tento acabar com tudo, de um jeito ou de outro.

Tenho mais coisas para falar, fica para outro post.
Esse já está grande demais...