terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Voltar para casa

Eu poderia pegar o carro, sair dirigindo pela cidade, até encontrar uma bela praia. Aquela da Cidade Maravilhosa mesmo. E apenas contemplar todas as belezas, que a natureza nos oferece. 

E apenas pensar.

E você acreditaria que pode tudo, só porque aquela maldita canção triste e ao mesmo tempo esperançosa, toca. Mas foi você que provocou isso, a canção, no caso. Você que colocou na sua cabeça que poderia tudo, que aquela canção te faz viajar por milhas e milhas, e ao mesmo tempo estar no mesmo lugar.
E todas os refletores pairam sobre você, chega o momento de decidir, de pegar o seu carro e voltar para casa, e parar de pensar no "SE", porque a vida, a vida é muito curta para pensar no que poderia ter sido.

Mas é inevitável não viajar diante de tanta beleza e contemplação. Eu poderia passar horas e horas aqui, olhando para toda essa multidão, para todo esse mar, e nada poderia atrapalhar meus pensamentos. Ficar sozinha me acalma, me encanta, me faz pensar demais, em tudo o que tenho feito na minha vida. 

Eu ando assustada, cansada, e querendo voltar para a casa, só não sei qual casa.

Mas, é preciso.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

All of your love, baby, can it be mine?


Eu gosto de mensagens de bom dia, de eu te amo inesperado, de presente inesperado.
Eu fico feliz com qualquer besteira, eu gosto de ser lembrada, assim como eu lembro das pessoas no meu dia.
Eu gosto de sorrisos, abraços, carinhos. E sou extremamente sensível, principalmente quando não correspondem às minhas expectativas. Eu choro, sou pior do que manteiga no calor de 100ºC que faz no Rio de Janeiro.
Sou magoada, se ao mandar uma msg, um e-mail, ou um sinal de fumaça, você não se dá o luxo de responder com um pelo menos um "Oi, eu vi seu e-mail". Me cansa ta sempre ali, cultivando, cuidando, e não sendo correspondida.
Eu preciso amar a dois, e não... sozinha.